Praticar o sagrado ritual da Comunhão
semanalmente é um privilégio de todo filho de Deus,
seja qual for sua religião. Comungar é partilhar do
Corpo Místico de Deus na Terra; é aceitar e reforçar
sua crença e louvor na cristicidade. Quando Jesus
dizia "Eu", ele estava sempre se referindo à Luz do
Cristo com a qual Ele se identificava.
A Pessoa de
Jesus era a encarnação de seu próprio Cristo,
caminhando aqui na Terra. Quando Ele pegou Um Pão e
quebrou-o dando-o a cada apóstolo e dizendo:
“Tomai,
comei, este é o meu Corpo” – Ele se referia ao Corpo
do Cristo Cósmico (por tanto, uma luz), o Corpo
Místico de Deus na Terra, e... uma vez um, uma vez
um, uma vez um, é sempre Um. Assim cada apóstolo e
cada filho de Deus comungam da mesma luz crística.
Desta forma, cada homem que expande e eleva sua
própria consciência está elevando o inconsciente
coletivo da humanidade.
O ritual da Comunhão, portanto, é uma bênção que
podemos incorporar à nossa prática devocional. Jesus
está presente sempre que se pratica este sagrado
sacramento. Temos direito a esta honra porque somos
filhos de Deus, além disso, cremos e aceitamos nossa
própria cristicidade.
Outro dia uma senhora me perguntou: - Aqueles que se
divorciaram e se casaram novamente, um casamento não
abençoado pela igreja católica, podem comungar?
Bem mais importante que as belíssimas cerimônias
religiosas de casamento é a forma que o casal se
trata. Existe respeito mútuo? Existe ternura ou
apenas atração física? O casal empenha-se em manter
a harmonia no lar? Procuram educar seus filhos de
acordo com as leis de Deus? Tentam resolver os
problemas com bom senso, lucidez e perdão?
O místico em busca da verdade está sempre
questionando valores, dogmas, conceitos, regras
estabelecidas muitas vezes para limitar a
consciência; Ele questiona a lógica das coisas.
Vemos na bíblia Deus recusando ofertas, quando os
motivos eram escusos.
Isto deixa bem claro que a energia que flui no
coração é mais importante que um ritual religioso!
Portanto, podemos afirmar, sem a menor dúvida, que
pessoas casadas pela segunda, terceira ou quarta
vez, podem sim comungar, desde que seus motivos
sejam sinceros.

Na comunhão, o pão representa o Corpo Místico
de Deus e o vinho (suco de uva) representa a
essência dos mistérios.
Nós usamos o pão e o vinho em nossos rituais. Os
mistérios estão sendo revelados, temos direito ao
conhecimento e à verdade.
A
Prática do Ritual da Comunhão em sua própria casa,
conforme orientação dos mestres ascensos:
Preparação:
-
No lugar de vinho, utilize o suco de uva natural;
- 1 vasilha com pequenos pedaços de Pão integral ou
hóstia, para cada pessoa;
- 1 cálice pequeno para cada pessoa;
- 1 bandeja para os cálices;
- 1 CD de música sacra ou clássica para o momento da
Comunhão;
-
1 cesta para as cartas de perdão, que deve ser colocada
próxima ao altar.
Os participantes devem escrever uma carta de perdão
dirigida ao Conselho Kármico, mais ou menos nestes
moldes:
Curitiba, 7 de fevereiro de 2007
Amado Conselho Kármico,
Em nome do meu Eu Real venho à Vossa Presença pedir
perdão pelo mau uso da energia que tenho praticado
nesta vida e em vidas passadas.
Após um cuidadoso exame de consciência, seja
específico, colocando nesta carta pedido de perdão
pelos erros, citando-os. Depois prometa fazer uma
novena para redimir-se dos erros e purificar sua
própria energia; exemplo: prometo fazer vinte ou
trinta minutos de Chama Violeta por nove dias
seguidos ou fazer 108 Ave Marias por trinta e três
dias seguidos; enfim, siga seu coração.
Assine a carta com nome completo e queime-a após o
ritual.
O
Ritual
Acenda duas velas brancas e faça um período de
orações, comandos de luz, decretos ou mantras. Se
possível, durante ao menos uma hora.
Em seguida coloque uma música sacra ou clássica. A
bandeja com o pão e o suco devem estar no altar,
desde o início do ritual,
cobertas com uma toalha branca.
Após o período de orações, retire a toalha que cobre a
bandeja e faça a consagração do pão e vinho com esta
oração, extraída do livro “Rituais de Ashram” da
Summit University Press, dada por mestre El Morya ao mensageiro Mark
Prophet;
(Ligue a música e de pé iniciem
o ritual)
Maria Lucia Vieira
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Prece da Comunhão
Nosso amado Senhor Jesus, como tu disseste, “Tomai,
comei: isto é o meu corpo, que é partido por
vós...”.
Este cálice é o novo testamento no meu sangue. "Fazei
isto em memória de mim “, vem então partir conosco o
Pão da Vida e verter o teu doce cálice de Comunhão.
Comemorando a unidade do Corpo Místico de Deus no
céu e na terra, celebramos a tua vitória sobre a
Morte e o Inferno e a tua ressurreição para a Vida
eterna.
(Todos colocam o polegar e os dois primeiros dedos
da mão esquerda sobre o coração e erguem a mão
direita com a palma voltada em direção ao pão e ao
vinho, enquanto lêem os seguintes parágrafos).
Centrados na chama de ação de
graças, em União Total, partilhamos o teu Sangue e o
teu Corpo, o Alfa e o Ômega do nosso Deus-Pai/Mãe.
Vem, ó Senhor, pois estamos reunidos em teu nome.
Abençoa agora este pão, este vinho. Que eles
contenham o todo da tua essência Crística para a
renovação da nossa natureza espiritual nesta
alquimia divina da transubstanciação.
Faz-nos santos, pois
tu és santo.
Santidade para com o
SENHOR!
Faz-nos dignos, pois
tu és digno.
Dignidade para com o
SENHOR!
E deixa-nos beber contigo no
Reino este fruto novo da tua Vinha, assim como dele
partilhamos agora com seres não ascensos e seres
ascensos, Mestres, santos, anjos e Arcanjos – seres
gloriosos em união total com a Vida, a Luz, a
Verdade e o Amor da Mãe Divina.
Ó Minha Alma,
Ascende!
Pelo pleno Poder do Três-Vezes-Três, em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo, está consumado.
EU SOU a Bondade, A
Paz e a Alegria de Deus Todo-Poderoso
manifestando-se por toda a parte nos corações dos comungantes de Cristo, mundos sem fim! Amém.
(podem sentar-se)
Os participantes devem
levantar-se suavemente, um a um, e caminhar até o
altar, tomar primeiro o pão, em seguida o vinho,
cuidando para não deixar sobra no fundo do cálice.
Após sentar-se, outro participante encaminha-se para
o altar.
Todos tendo terminado, podem
fazer uma meditação por alguns minutos.
Para encerrar o ritual Apaga-se as velas.
Os cálices devem ser limpos
reverentemente, com um guardanapo de papel limpo e
depois queimados. Cuide para não jogar fora nenhuma
migalha do pão consagrado.
Mark L. Prophet