MESTRE ASCENSO EL MORYA KHAN – CHOHAN DO 1º RAIO


 

Você pode acessar esta aula em vídeo: https://youtu.be/UBQluXuBSQk

 


 

El Morya Khan  - Qual é o significado de seu nome?

 

“El” é o mesmo que Deus. Neste caso, não o Deus máximo, o Senhor Deus do universo mas, aquele que tem o domínio completo de uma area da vida. Morya é um deus, um mestre completo do primeiro raio.

 

“Morya”, com ou sem o Y, tem dois significados mais relevantes: do Hebreu, significando: meu professor é Deus, ou seja, aquele que segue os ensinamentos de Deus. E ainda, como ensinado pela mensageira Elizabeth Prophet, é o mesmo que Maria, nome que indica a pessoa que tem grande poder de materializar a vontade do Espirito.

 

E “Khan”, que não é um nome de pessoa mas sim, um título que o amado mestre carrega em seu nome com orgulho, é uma palavra Mongol que significa "soberano" ou "aquele que comanda“. Este título ficou conhecido mundialmente devido à ascensão mongol no período de Genghis Khan.

 

Então, vejam que poder tem o nome do mestre El Morya. Ele é o Mestre dos ensinamentos das Leis de Deus e, mais, como ensina a mensageira, quando nada mais resolver seus problemas, peça aos Elohim Hércules e Amazônia, ao mestre El Morya ou, ao Arcanjo Miguel, pois o primeiro raio de Deus é um raio quase físico. É o raio do Chakra da Palavra, que é o raio manifestador da energia espiritual na matéria. Eles podem interceder por nós rapidamente como um raio!


 


 


 

QUEM É O MESTRE EL MORYA?

 

O Mestre Ascenso El Morya Khan, detém os cargos de Chohan do 1º raio da Vontade Divina, e chefe do conselho de Darjeeling da Grande Fraternidade Branca. Chohan é uma palavra tibetana que significa "Senhor", "Mestre" ou "Chefe".

 

Os 7 raios que descem do coração de Deus, diretamente para a humanidade, são cada um deles, dirigidos por um dos 7 Chohans, escolhidos por Deus para dirigir cada raio para a Terra. A Eles cabe a função de focalizar a consciência Crística da perfeição do respectivo raio.

 

Através dos ensinamentos e direcionamento do Mestre Morya, nós conseguimos atingir as qualidades de liderança, com o uso apropriado do poder e da palavra, e a rendição final à divina vontade de Deus.

 

El Morya nos ensina a atingir a perfeição dos nossos atos e palavras. Seguindo seus ensinamentos, estamos sempre sob a proteção dos anjos do 1º raio e encontramos a Fé em Deus e a direção divina para tudo. Aprendemos a obedecer os mandamentos de Deus e a Amar a Deus e a Sua lei, acima de tudo. Ampliamos nosso Poder divino, nossa Coragem, nossa Luz e energia.

 

Ele pode ajudar a todos os  sinceros estudantes, que desejam manifestar estas virtudes, a governar o chakra da garganta para servir e manifestar esta maravilhosa luz da vontade divina. O estudante que deseja realmente seguir os ensinamentos dos Mestres Ascensos, seja em que raio for, deve começar por escrever uma carta para o Chohan do primeiro raio.

 

O ensinamento mais importante de El Morya, concerne à Vontade de Deus; o plano divino que Deus tem para cada um de nós. Ele ensina a seus alunos que ao buscarmos o alinhamento com a Vontade de Deus, gradualmente reunir-nos-emos ao nosso Eu Superior.

 

O plano divino é a nossa missão e razão de vida e precisa ser manifestado/ concluído, para que possamos ascender na luz e cessar a roda viva de encarnações.

 

Para que possamos ascensionar, não basta servir a vida e queimar karma, ou invocar a chama violeta, além disso, precisamos manifestar o plano que Deus tem para nós e que antes de encarnar, nós nos comprometemos a concluir. 

 

El Morya foi o patrocinador direto das escolas de mistério: a Sociedade Teosófica, a Agny Yoga, a Ponte para a Liberdade e a Summit Lighthouse. Em 1851, El Morya contatou Helena Petrovna Blavatsky. Ele vivia sua ultima encarnação na Terra, e era o mais conhecido dos mahatmas tibetanos, um príncipe Rajput na classe de guerreiros e governantes da Índia, muito respeitado por sua coragem e honra.

 

O mahatma Morya era, nas palavras de Blavatsky - “um gigante, de quase dois metros de altura, e de um porte magnífico; um tipo esplêndido de beleza masculina”.

 

Sua luta em levar as antigas verdades espirituais do Oriente para as tradições do Ocidente, é o que faz de  El Morya, um ser tão notável. A missão dele, na criação e patrocínio da Sociedade Teosófica, era preparar o mundo para a vinda de um grande professor espiritual, esperado no último quarto do século 20, ou seja, entre 1975 e 2000. Entendemos que este grande instrutor foi Elizabeth Clare Prophet (8 de abril de 1939 – 15 de outubro de 2009).

 

Em 1964 Elizabeth Clare Prophet foi ungida por El Morya para ser mensageira da Grande Fraternidade Branca e instrutora dos ensinamentos para o mundo, ela assumiu a The Summit Lighthouse em 1973, com a passagem de seu esposo, instrutor e também mensageiro dos mestres, Mark Prophet. Ela se aposentou em 1999.

 

Helena Blavatsky e o coronel Henry Steel Olcott fundaram a Sociedade Teosófica sob a direção de El Morya, em 07 de setembro de 1875, na cidade de Nova Iorque. E em 1879, transferiram a sede  para Bombaim, na Índia, e em 1882, para Adyar, Madras (atualmente Chennai), no sul da Índia, onde permanece até hoje. Esta escola só veio para o Brasil em 1910.

 

Foto de uma gravura reproduzindo Helena P. Blavatsky (1831-91)  
com os seus mestres Kuthumi (esquerda), Morya (centro) e o Conde de Saint Germain (direita).

 

A Sociedade Teosófica recebeu muitos ensinamentos do Mestre Morya e de seu bom amigo, o Mestre Koot Hoomi Lal Singh (hoje, Mestre Ascenso Kuthumi), enviadas por meio de cartas conhecidas como as "cartas dos Mahatmas". Estas cartas encontram-se atualmente em um museu em Londres.

 

Não se sabe por certo a data do seu nascimento, mas sua ascensão foi em 1898 e a comemoração de sua ascensão, ocorre todo dia 4 de abril. A nota-chave musical do Mestre Morya, é "Pompas e Circunstância" e o seu retiro no plano etéreo está localizado sobre Darjeeling, na Índia.

 

Em 1887, durante uma conversa com o escritor Charles Johnston (marido de Vera, sobrinha de Blavatsky), quando ele perguntou sobre a idade do Mestre Morya, Blavatsky respondeu:

 

“Meu querido, não posso dizer exatamente porque não sei. Mas conto-lhe o seguinte. Eu  encontrei Morya pela primeira vez quando tinha vinte anos. Ele era um homem no auge de sua força, na época. Agora, sou uma mulher velha, mas ele não parece nem um dia mais velho. Ele ainda está no auge da sua força. Isto é tudo o que posso dizer. Tire suas próprias conclusões”.

 

Quando o sr. Johnston insistiu e perguntou se os mahatmas haviam descoberto o elixir da vida, ela respondeu seriamente:

 

“Isso não é um mito. É apenas o véu que esconde um processo oculto real, o afastamento da velhice e da dissolução durante períodos que pareceriam fabulosos. O segredo é o seguinte: para todo ser humano há um climatério, quando ele deve se aproximar da morte. Se ele desperdiçou as suas forças vitais, não há escapatória, mas se ele viveu de acordo com a lei, pode atravessar esse período e assim continuar no mesmo corpo quase indefinidamente”.

 

Entre os anos de 1920 e 1930, agora na qualidade de Mestre Ascenso, El Morya patrocinou a fundação Agny Yoga, com seus mensageiros escolhidos, Nicholas e Helena Roerich, que apresentaram os seus escritos em diversas obras publicadas com os ensinamentos dos mestres.

 

A Agny Yoga é hoje um exemplo a ser seguido, onde todos os textos de suas obras estão disponíveis gratuitamente na Internet. Confira no endereço www.agniyoga.org.

 

Em 1944, El Morya e o Mestre Ascenso Maha Chohan, começaram a trabalhar com Geraldine Innocente. Muitos afirmam que Geraldine é a chama gêmea de El Morya, a mestra ascensa Miriam. A mensageira Elizabeth Clare Prophet, porém,  contradiz esta informação e conta que a chama gêmea de El Morya ainda não está ascensa.

 

Em 1952, Geraldine Innocente e Frances Ekey separaram-se do Movimento EU SOU e fundam a Ponte para a Liberdade, também sob o patrocínio do Mestre Morya.

 

Em 1958, Morya chamou Mark L. Prophet, (atualmente Mestre Ascenso Lanello), para fundar a The Summit Lighthouse e divulgar os Ensinamentos dos mestres ascensos através das "Perolas de Sabedoria".

 

Em 1961, El Morya contatou Elizabeth Clare Wulf e a enviou para conhecer Mark Prophet; os dois se reconheceram imediatamente como chamas gêmeas, e então, Mark, Morya, Saint Germain e Maria Santíssima, treinaram Elizabeth Clare Prophet, já como esposa de Mark, para ser a Mensageira da Grande Fraternidade Branca, na escola The Summit Lighthouse.

A Ordem do Coração de Diamante

Neste belo quadro vemos Morya segurando o coração de diamante, a mensageira Elizabeth, que detém o manto de Mãe do Mundo, segurando a Terra em suas mãos e Mark Prophet como instrutor dos ensinamentos, segurando a chama trina.

Coração de Diamante é a concentração dos fogos sagrados da vontade de Deus, que coalesce como uma matriz de diamante nos corações dos devotos da vontade de Deus, seu plano divino e sua matriz interior (etérea) para toda a vida.

 

Daí a utilização do termo para descrever o coração de Mestres Ascensos, anjos, devas e discípulos que personificam a vontade de Deus; comumente associado a El Morya e a Maria, a Mãe de Jesus.

 

O coração de Diamante de Deus possui a qualidade do diamante, sua dureza que resiste a qualquer estratégia sinistra do anti-Eu e da anti-Vontade. Ao mesmo tempo reflete o esplendor da Sabedoria e do Amor ao longo da criação – ampliando e projetando as virtudes prismáticas e os poderes carismáticos do Espírito Santo, personificado pelos filhos e filhas ascensos e não-ascensos de Deus.

A Ordem do Coração de Diamante é uma ordem dedicada à doação do coração, para formar o Sagrado Coração do Cristo. Uma vez que um único indivíduo não é capaz de sustentar sozinho o Sagrado Coração, muitos que concordam em suportá-lo, podem tornar-se elementos componentes do grande coração de Nosso Senhor. É o mesmo princípio do Corpo de Deus na Terra, muitos membros, mas um só Corpo. Este Coração de Diamante da Vontade de Deus, é o Coração do Cristo. E nada pode fazer-lhes frente porque a intensidade da sua Luz é maior do que as trevas de toda a Terra.

 

El Morya é o hierarca do Templo da Boa Vontade no plano etéreo sobre a cidade de Darjeeling, na Índia, no sopé do Himalaia. Este retiro é uma mandala e um campo de força que é usado pelas hierarquias solares para liberar incrementos de energia cósmica no planeta.

 

Juntamente com os membros do Conselho de Darjeeling, os Irmãos do Coração de Diamante que servem neste retiro sob o comando de El Morya ajudam a humanidade a organizar, desenvolver, dirigir e implementar a vontade de Deus como base para todos os movimentos organizados de sucesso.

 


Mark e Elizabeth Clare Prophet

 

Dentre as muitas obras ditadas pelos mestres aos mensageiros Mark e Elizabeth Prophet, destacam-se os ensinamentos de El Morya nos livros: "O Chela e a Senda", "O Poder da Palavra Falada", "Ashram Notes", "A Sagrada Aventura", e muitas "Perolas de Sabedoria" com ditados do Mestre Morya.

 

A sua devoção extraordinária à palavra e às obras de Deus assemelham-se a uma corrente forte que flui por todas as encarnações da sua alma na Terra, por ele sempre ter sido um fiel defensor, como advogado, mestre, e uma figura exemplar diante de nossas almas, elevando-se sempre em direção ao Amor divino.

O nome Abraão significa - "Pai ou Líder de Muitos". 

Em suas encarnações mais importantes, El Morya atuou sempre mostrando sua fidelidade à Vontade de Divina: Ele foi Abraão, o Senhor da Era de Áries, e viveu cerca de 175 anos. Ele trouxe para a humanidade o raio azul do poder divino.

 

Abraão foi o progenitor das doze tribos de Israel. Cada um dos filhos de Deus encarnados na Terra, pertencem a uma destas doze tribos de Israel, descendendo portanto, diretamente da linhagem de Abraão.

Melquior (ajoelhado)- um dos três reis magos recepcionando Jesus

Morya foi Melquior, um dos três reis magos a recepcionar a vinda da manifestação do Cristo em Jesus. Adorando a vontade de Deus no esplendor do Filho de Deus, El Morya em sua vida como Melchior aperfeiçoou a ciência dos corpos celestes e os ciclos da astrologia cósmica.

 

Ele seguiu com precisão matemática a estrela da Presença do Filho da Virgem Maria, e carregou o precioso presente de ouro - o eletrodo de ouro da Mente de Deus, aquela mente que deveria ser perfeitamente manifestada na consciência universal de Cristo Jesus; o ouro do rei dos reis, o príncipe da paz; o ouro do ensino do eterno Christos, o Filho, que sai do sol dourado da justiça; Ouro - a vida abundante que ele restauraria a todos, a oferta de sua mãe aos seus filhos.

 

O Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda

Morya encarnou como o rei Artur da Inglaterra, onde convocou a corte de Camelot para buscar o Santo Graal, e alcançar, através da iniciação, os mistérios interiores do Cristo. Historiadores contam que Artur teria vencido 12 batalhas contra os saxões, sendo a mais gloriosa, a de Badon Hill. Durante séculos, a história de Artur e os cavaleiros da Távola Redonda, foi contata por toda a Europa, e ainda nos dias de hoje, pelo mundo a fora, levando a mensagem da união em busca da verdade.

 

Os Cavaleiros da Távola Redonda eram homens premiados com a mais alta ordem da cavalaria na corte do rei Artur, durante o Ciclo Arturiano. A Távola Redonda, no qual os cavaleiros se reuniam, não tinha cabeceira, mostrando que todos são iguais perante Deus, com os números variando de 12 a 150.

 

Assim como na história dos três mosqueteiro, eles colocavam em pratica o lema maximo dos amados mestres ascensos: "Um por Todos e Todos por Um"

 

El Morya foi Thomas Becket e também Thomas More, onde defendeu a Fé e a Verdade, discordando dos Reis Henrique II e Henrique VIII, nestas duas encarnações. Vale explicar aqui, que estas duas encarnações de Henrique, eram a alma de Pedro, o apóstolo de Jesus, que nestas duas vidas como rei da Inglaterra, mandou cortar a cabeça de El Morya duas vezes, pois Morya não apoiava o seu abuso de poder.


O Assassinato de Thomas Becket

Como Thomas Becket, ele era um homem de muita ação, feliz em trabalhar duro e rápido no debate. Quando jovem, foi educado nas melhores escolas da Europa e serviu na casa do arcebispo de Canterbury. Thomas foi escolhido por Henrique II da Inglaterra, para ser o conselheiro real, uma posição que manteve durante sete anos, como íntimo e leal servidor do rei. Conta-se que Becket e o rei tinham um só coração e uma só mente e é provável que a influência do chanceler tenha sido amplamente responsável por muitas das reformas na lei inglesa pelas quais Henrique é creditado.

 

Em 1161, o arcebispo Theobald morreu e Henrique chamou Becket para ocupar o cargo. O chanceler recusou e avisou ao rei que tal posição os separaria por princípios morais.

 

Sir Thomas disse a ele: "Há várias coisas que você faz agora, em prejuízo dos direitos da Igreja, que me fazem temer que você exija de mim o que eu não possa concordar". O rei não prestou atenção e apressou-se a ter Thomas consagrado arcebispo de Cantuária, na oitava de Pentecostes, em 1162.

 

Obediente ao rei e em submissão amorosa à vontade de Deus, Becket deixou sua casa e suas roupas caras e começou a viver como um asceta, vivendo uma vida de simplicidade e pobreza e, apesar de ter ajudado Henrique a diminuir o poder dos bispos, passou a defender ativamente os direitos da Igreja.

 

O amado arcebispo passou seus dias distribuindo esmolas aos pobres, estudando as sagradas escrituras, visitando a enfermaria e supervisionando monges em seu trabalho.

 

Servindo como juiz eclesiástico, Thomas era rigorosamente justo. Seguiram-se então, violentas questões com Henrique e um longo período de exílio.

 

Depois de se reconciliarem, entraram em conflito novamente, até que Henrique em um impulso de raiva, bradou se não haveria ninguém capaz de livra-lo "daquele padre turbulento".

 

Foi então, que quatro cavaleiros o ouviram e mataram Becket brutalmente, nos degraus do altar de Cantuária. O incrível sacrilégio de assassinar um arcebispo em sua própria catedral produziu uma reação de horror por toda a cristandade.

 

Quando a notícia foi trazida ao rei, ele percebeu que seu comentário errado havia causado a morte de Becket. Henrique se calou e jejuou por quarenta dias e depois fez penitência pública na Catedral de Canterbury.

 

O corpo de Thomas Becket foi colocado em uma tumba na catedral, que se tornou o foco de centenas de milhares de peregrinos - imortalizados por Chaucer em seus Contos de Cantuária - que foram ao santuário para testemunhar os milagres causados pela intercessão do arcebispo Becket, que foi canonizado santo da igreja.


Thomas
More

Thomas More nasceu em Londres. Ele entrou para a corte de Henrique VIII em 1520, e tornou-se cavaleiro em 1521. Fez carreira como advogado; como acadêmico, ele foi inicialmente um humanista no sentido consensual do termo. A sua chancelaria distinguiu-se por não admitir a heresia. More, foi um defensor da Verdade.

 

Henrique VIII, queria divorciar-se e anular seu casamento, mas o Arcebispo de York não conseguiu a aprovação da Igreja e foi forçado por Henrique a demitir-se em 1529. Thomas More, foi então nomeado chanceler em sua substituição.

 

More era um grande estudioso do direito canônico e sendo ele profundamente religioso, não podia aprovar a anulação do sacramento de Henrique; a posição do Papa Clemente VII era claramente contra o divórcio.

 

Henrique, até então, desconhecia este fato, mas ao descobrir que não teria o apoio de More, colocou-se a si mesmo na liderança da Igreja na  Inglaterra. O Parlamento promulgou então, o Decreto da Sucessão, que incluía um juramento reconhecendo a legitimidade de qualquer criança nascida do casamento de Henrique VIII com Ana Bolena, e repudiando "qualquer autoridade estrangeira, príncipe ou potentado".

More foi chamado a fazer o juramento em Abril de 1535, mas perante sua recusa, foi aprisionado na Torre de Londres. A sua reação foi a de manter o silêncio no assunto, o que pela lei poderia ser considerado um consentimento, sem que ele se comprometesse.

Esta estratégia falhou e More foi julgado, condenado e sentenciado, e posteriormente executado em Tower Hill a 6 de Julho. Sua cabeça foi exposta na ponte de Londres por um mês e depois recuperada, após pagamento de suborno, pela sua filha, Margaret Roper, uma das encarnações de Elizabeth Clare Prophet. More foi canonizado como santo da Igreja Católica em 1935. O seu dia festivo é 22 de Junho.

 

A mensageira Elizabeth Clare Prophet indica o filme "A Man for All Seasons" ou, em português, "O Homem Que Não Vendeu Sua Alma". Neste filme podemos ver como um chela dos mestres é testado para obedecer a Deus e Sua lei a todo custo, mesmo que para isso perca a sua vida!

Akbar, O Grande

No século 16, El Morya nasceu no Oriente como Jalal-ud-Din Mohammed Akbar, o Grande. Akbar nasceu em 15 de junho de 1542 em Agra e faleceu em 13 de outubro de 1605.

 

Akbar foi o maior dos imperadores mongóis da Índia, entre 1556 a 1605, e Imperador do Industão. Dedicou sua vida à busca pela Verdade. Ele foi descrito pelos historiadores como sendo um perfeito rei filósofo. Este grande amigo do povo comum, surgiu para eles como um Pai.

 

Na Índia, ele foi conhecido como o Pai da tolerância religiosa, ao contrário de seus antecessores e dos costumes da época, porque ele permitiu ao seu povo, o livre arbítrio religioso.

 

Akbar, levou seu povo a um elevado nível espiritual.

 

Akbar "O Grande" foi o avô do imperador Shah Jaham (uma das encarnações do mestre Kuthumi), construtor do Taj Mahal.

 

Suas muitas vidas na Terra, são um exemplo a ser seguido. El Morya Khan, foi a vontade de Deus manifestada em toda e qualquer situação.

Busque a comunhão com este mestre do 1º raio através de seu decreto, clique aqui, ou entoe seu nome, como um mantra (veja abaixo) repetidas vezes, e verá como ele fará a diferença em sua vida.


Mantra para a Vontade Divina – 33 ou 108 vezes

"El Morya,  El Morya, El Morya Khan, Eu quero a Vontade Divina!
A Vontade de Deus é boa! Ilumina, Ilumina, Ilumina!"


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