PREVENDO O FUTURO


São muitos os anúncios de serviços psíquicos. Num mundo incerto como o nosso, parece confortante procurar alguém que possa prever nosso futuro, mas não precisamos disso, pois podemos contar com Deus e seus anjos, para nos orientar.

O verdadeiro conforto procede da imaginação, da criatividade e da confiança pessoal. Se vivermos de uma forma criativa, ficaremos ligados no presente, sem tempo para preocupações com o futuro.

A criatividade nasce da comunhão com Deus.

Buscar informações sobre o futuro com outro ser humano, indica que estamos evitando a responsabilidade de tomar as nossas próprias decisões. Além disso, estamos dando o direito a outra pessoa, de alterar nosso futuro. Se ele disser boas ou mas coisas, sua fé nestas palavras poderá alterar sua vida futura, para o bem ou para o mal...

Deus pode não nos dar informações sobre eventos futuros, mas concede toda a orientação e inspiração necessárias para solucionar problemas, no momento presente.

Preveja você mesmo o seu futuro. Escreva perguntas e responda-as, você mesmo. Guarde o papel por um ano, e depois, de boas risadas, pois você se dará conta de que algumas das coisas que você queria, não mais o atraem, e outras, já aconteceram.

Você compreenderá que com confiança, paciência, imaginação e determinação, sempre acabamos criando um futuro feliz.

Quantas vezes no passado, você pensou que não teria soluções para um problema, e depois, tudo não passou de um susto?

Recuse a assombração dos problemas, e entenda que Deus pode solucionar todos os seus problemas, bastando que você peça a Ele, e acredite, que você merece ser atendido.

Geralmente somos nós mesmos que bloqueamos a luz das soluções dos problemas, com o medo, a incerteza, o sentimento de que não merecemos ajuda... impedindo que Deus e seus anjos tragam soluções aos nossos problemas.

Confie que você é um filho de Deus, e que merece tudo de bom, afirme: Eu não sou o dono do mundo, mas Eu Sou o filho do dono! Eu não sou Deus, mas Eu Sou o filho de Deus, e Ele está comigo, aqui, agora!

 
Texto originalmente de Terry Lynn Taylor
compilado por Paulo R. Simões

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