O
mais antigo oráculo chinês apareceu + ou - 3000 anos antes de Cristo.
O pai do Duque de Chow, Wên, foi quem compôs o texto do I Ching
quando ele estava preso por ter sido contrário à corrupta dinastia que
ele e seu filho superaram.
O Duque de Chow foi uma das encarnações do Mestre Ascenso Lanto.
Confúcio encarnou no tempo do duque de Chow e o ajudou a implementar
seus ideais de governo divino. 500 anos depois quando Confúcio encarnou
de novo na China, ele erigiu os 6 Clássicos Chineses incluindo o I
Ching, conhecido também como o Livro das Mudanças.
Confúcio disse :”Se
eu pudesse acrescentar mais 15 anos à minha vida, eu os usaria estudando
o I Ching”, mas o I Ching tem sido seriamente mal interpretado hoje em
dia e usado como ledor de sorte. Este não foi o seu propósito original.
Seu propósito original foi conduzir um entendimento do padrão etéreo
(molde do nosso plano divino) para o governo divino (plano divino
manifestado) e desenvolvimento espiritual.
O Duque de Chow mais tarde elaborou e completou o texto. Wên, estando
preso devia ter cuidado com o que escrevia quando copilava o I Ching.
Assim, na superfície, parecia ser uma combinação de folclore oral, mas
analisando profundamente, é um manual de estratégias.
É também um manual
espiritual para desenvolver a intuição e tornar-se harmonizado com a
ordem interna, ou padrões etéreos da vida. Os hexagramas no I Ching,
retratam os padrões etéreos encontrados na natureza. Tai Chi Chuan, e
outras escolas de arte marcial expressam os princípios do I Ching em
suas formas. O movimento em suas formas pode reforçar padrões
etéreos
na alma e nos corpos mental, emocional e físico.
No começo, quando nossa alma era completamente ligada ao Cristo
Universal, nós estávamos cobertos no padrão original etéreo desse
arquétipo crístico no qual nós fomos feitos.
Este é o padrão etéreo da imortalidade da alma e liberdade em toda sua
manifestação. Eles são padrões etéreos para nossa alma, nossa família,
nossa comunidade e da natureza à nossa volta.